"Eu não tenho idade. Tenho vida." (Vânia Toledo)
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Terceira idade no Brasil ainda tem desafios

Ranking mostra que país ocupa o 56º lugar e que previdência é positiva. Mas acesso a serviços básicos e valorização social devem ser superados

Idosos fazem aula de ginástica na Polônia: estímulos são fundamentais para qualidade de vida

O idoso brasileiro está vivendo mais, mas a qualidade desses anos ainda deixa a desejar. A informação faz parte do último relatório Global AgeWatch Index, que avalia os melhores lugares para se viver na terceira idade. Entre as 96 nações analisadas pelo índice divulgado ontem, o Brasil figurou no 56º lugar. O documento mostra que, no país, os cidadãos acima de 60 anos têm, em média, 21 anos a mais pela frente. O índice é compatível com a média mundial. No entanto, a falta de acesso a serviços básicos como transporte e segurança compromete a qualidade de vida da população da terceira idade no Brasil.

A longevidade é apenas um dos 13 indicadores considerados no trabalho que avalia anualmente a qualidade de vida dos idosos no mundo. O levantamento leva em conta quatro categorias de fatores que afetam aqueles que passaram dos 60 anos: a segurança de renda, a saúde, características de um ambiente propício para os idosos e condições de emprego e de educação. Em primeiro lugar no ranking, está a Suíça, seguida pela Noruega, pela Suécia e pela Alemanha.

O relatório mostra que o Brasil se destaca pelo seu amplo programa de previdência, que atende a 86% dos seus idosos e mantém grande parte da população mais velha fora da linha da pobreza – na maioria dos países de baixo e médio rendimento, apenas uma em cada quatro pessoas acima dos 65 anos recebe uma pensão. A colocação do país também representa uma tímida melhora em relação ao levantamento global realizado no ano passado, quando o Brasil estava no 58º lugar da lista mundial. O país conquistou o 12º lugar entre os países latino-americanos e ficou em segundo entre as nações do grupo Brics – formado ainda por China, Rússia, Índia e África do Sul – atrás apenas dos chineses.

No entanto, o posicionamento do Brasil na lista foi prejudicado por problemas que afetam não somente os idosos, mas também cidadãos brasileiros de outras faixas etárias. “O Brasil não é tão bom em fornecer um ambiente propício para o envelhecimento. O medo de crimes e o acesso ao transporte público são grandes questões para os idosos brasileiros”, analisa Asgar Zaidi, professor de políticas sociais internacionais na Universidade de Southampton e um dos autores do levantamento global. O trabalho foi coordenado pela HelpAge International, organização que se dedica a melhorar a vida de pessoas na terceira idade.

Além de planos de aposentadoria e de acesso universal à saúde, o trabalho revela que os melhores países para se envelhecer também investem há décadas em mudanças sociais e ambientais voltadas especialmente para os idosos. Dos 21 anos de vida que o brasileiro dispõe depois que atinge a terceira idade, apenas 16 são considerados “saudáveis” pelo relatório internacional. “O Brasil tem um sistema de saúde que presta uma atenção universalizada. Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice. Isso chama a atenção para o fato de que as nossas soluções não estão atendendo aos nossos problemas. Avançamos, mas talvez não estamos conseguindo dar um sentido de vida, um valor social para o idoso”, acredita Otávio Nóbrega, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal.

De acordo com o especialista, idosos com pior qualidade de vida não são necessariamente os mais doentes. Cidadãos da terceira idade sofrem com questões como o abandono, a falta de uma ocupação e a carência por atividades que atendam às suas necessidades especiais. “A qualidade de vida é, provavelmente, mais determinada pelo ambiente social do que propriamente pelo estado geral de saúde. Hoje, uma premissa muito importante não é somente evitar o envelhecimento e as morbidades, mas também tentar remediar e controlar as limitações físicas, intelectuais e cognitivas que podem ocorrer com o envelhecimento”, aponta Nóbrega, que também é professor na Universidade de Brasília (UnB).

Levantamento britânico levou em conta saúde, condições de vida, renda e educação
Desigualdade

Os idosos representam hoje 12,3% da população mundial, que tem mais de 900 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Até 2030, espera-se que esse número aumente para 1,4 bilhão, um índice que deve disparar para 2,09 bilhões até 2050. A queda drástica na taxa reprodutiva e o aumento de longevidade são os principais responsáveis pela recente inversão da pirâmide etária. Pela primeira vez na história, existem mais pessoas na terceira idade do que crianças com menos de 5 anos. Em duas décadas, serão mais idosos do que crianças e adolescentes de até 15 anos.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Dia dos namorados vale também para os idosos

Por Ana Maria Penteado


Foto: Internet

Estamos vivendo tempos de valorização dos idosos. Todos os dias são noticiados feitos que seriam impensáveis há alguns anos. Esta semana, soubemos de uma alemã de 102 anos que tornou-se a pessoa mais velha a concluir doutorado em medicina. Há 77 anos, ela foi proibida pelos nazistas de defender a sua tese porque era judia. Agora, extremamente lúcida e forte, disse que estudou muito para a prova oral onde passou com louvor. Casos como os dela, de pessoas de 80, 90, 100 anos vivendo muito bem, tornam-se cada vez mais comuns.

Mas, um comportamento que ainda causa muito preconceito é o de aceitar que as pessoas mais velhas amam da mesma forma que as pessoas mais jovens e que a sexualidade não morre com a idade. Os velhos continuarão se apaixonando e não deixarão esse sentimento de lado em função de convenções sociais.


O cinema também tem se ocupado do tema. Alguns exemplos

Em Os Belos Dias, a atriz Fanny Ardant vive uma sexagenária casada, já aposentada, com tempo livre e o desejo de fazer algo para se ocupar. Suas filhas a presenteiam com a matrícula em um clube de aposentados, “Les Beaux Jours”, onde ela conhece um jovem professor de informática,. Os dois iniciam uma relação amorosa, apesar da diferença de idade. Caroline acaba se redescobrindo e saindo da rotina que mantinha com seu marido, que vai correr atrás para recuperar o amor da esposa.

Diário de Uma Paixão - filme emocionante, sobre um casal de jovens apaixonados que são separados pela vida, se reencontram e na velhice, mostram que nada pode acabar com um amor verdadeiro, nem uma doença terrível como o Alzheimer.

Alguém Tem Que Ceder - comédia divertida sobre um conquistador que não aceita a idade, só namora mulheres bem jovens mas descobre que mulheres mais velhas também tem seus encantos.

Elsa & Fred- Um Amor de Paixão - filme argentino delicioso mostrando a encantadora octogenária Elza e seu envolvimento com o vizinho de 78 anos, de mal com a vida, mostrando que nunca é tarde para amar e viver.

Então, turma da terceira idade, tratem de viver esse Dia dos Namorados, com todo o amor do mundo!



Fonte: Blog JP

quarta-feira, 27 de maio de 2015

A hipófise e a tireoide no idoso

Estrutura da glândula hipófise
Imagem: Internet

A hipófise pode ser chamada de nossa glândula mestra ou de "pequena notável", por ser muito pequena, e ter funções extremamente importantes na regulação do sistema hormonal do organismo.

Ela está alojada na parte central do cérebro. Alguém poderia perguntar: como é que esta glândula minúscula e escondida no interior do cérebro pode influenciar as outras glândulas situadas em partes tão distantes do corpo humano? Por causa do hipotálamo, estrutura integrante do sistema nervo-central, que funciona como um órgão de censura para a hipófise, estimulando ou inibindo sua função principal, que é a produção de substâncias ativadoras das demais glândulas do corpo.

O hipotálamo, como um verdadeiro mensageiro do estado hormonal e metabólico, informará à hipófise sobre a necessidade de produzir maior ou menor quantidade de estimuladores hormonais. Assim, a glândula mestra passa a regular a produção hormonal de gônadas (ovários ou testículos), supra renais, tireoide e do próprio hormônio de crescimento.


O sistema hipofisário e a terceira idade

Após cinco ou seis décadas de vida ocorrem em todas as pessoas algumas alterações hormonais importantes. Por exemplo, nas mulheres em menopausa existe queda dos hormônios femininos (estradiol e progesterona).

A hipófise, notando que o nível de hormônios femininos diminuiu, inicia uma tentativa de "revitalizar" o sistema ovariano, ordenando a produção imediata de hormônios estimuladores do ovário. Esses hormônios são vasos dilatadores e causam os "fogachos" (sensação incômoda de calor), sudorese abundante, "falta de ar", "agonia", que são tão comuns nas mulheres em menopausa.

A reposição hormonal irá reduzir ou eliminar completamente estes sintomas desagradáveis. Também a cada década da vida após os 30 anos existe uma menor produção de hormônio de crescimento (GH). Esse hormônio, no entanto, não é somente indutor de crescimento, mas tem outras várias ações metabólicas no nosso corpo.


O declínio de produção de GH com a idade

Passado o período de crescimento, o GH possui atividades relacionadas ao metabolismo em geral. Ele é o responsável pela distribuição de gordura em nosso corpo. Por isso, o idoso tende a acumular maior quantidade de gordura na barriga.

O GH também melhora o sistema muscular, aumenta a absorção de cálcio nos ossos, incrementa a formação de proteínas, e induz sensação de bem-estar. A falta dele, leva ao estado contrário. Por isso, ocorre o uso abusivo de GH em idosos na maioria das vezes sem a menor indicação médica.

Os efeitos podem ir desde dores nos punhos (o túnel do carpo fica inchado), até aumento do coração e outros transtornos metabólicos. É importante frisar: o uso de GH deve ser restrito aos idosos com deficiência comprovada deste hormônio.


Problemas da tireoide com a idade

Imagem: Internet

A glândula tireoide também envelhece com o passar dos anos. Nos idosos é mais comum encontrar a presença de nódulos e cistos. Alguns destes nódulos são malignos e devem ser retirados cirurgicamente.

O idoso é freqüentemente portador de hipotireoidismo que traz alguns incômodos: fadiga, intolerância ao frio, falta de força, ganho de peso. O exame de sangue indica a presença de anticorpos anti-tireoide que impedem a correta produção de hormônios. É importante lembrar desta possibilidade, porque muitas pessoas na terceira idade não têm este diagnóstico confirmado.

O consenso entre os médicos é que o exames da tireoide devem ser realizados nos idosos ao menos uma vez por ano. O tratamento do hipotireoidismo irá trazer enormes benefícios.


Fonte: Clieme

sexta-feira, 22 de maio de 2015

EERP promove palestra sobre sexualidade do idoso

Da Agência USP de Notícias

Foto: Internet

Ribeirão Preto (SP) - No dia 22 de maio, às 13 horas, a Liga de Estudos de Gênero e Sexualidade (LEGS), da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, promove a palestra Sexualidade do Idoso, com a enfermeira Mariana Souza, mestranda da EERP.

Mariana abordará como os valores e padrões sociais e culturais construídos ao longo do tempo se faz presente no cotidiano dos idosos influenciando no comportamento, atitudes e determinando como deve ser o papel feminino e masculino na velhice.

O evento é aberto ao público e aqueles que contribuírem com R$ 1,00, que será destinado aos projetos de extensão da LEGS, receberão certificado. As inscrições podem ser feitas no dia do evento.

A palestra será no Auditório I da EERP, campus da USP em Ribeirão Preto.


Fonte: USP

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Mulheres elogiam vida sexual aos 70 anos de idade


Elas são avós e até bisavós. Mas esqueça aquela imagem da senhora tradicional, que se dedica apenas a cozinhar para os netos e cuidar do lar. As mulheres de 70 anos de hoje malham, vão ao cinema, frequentam restaurantes com os amigos, saem para dançar e têm vida sexual ativa. Sim, nunca as mulheres da terceira idade fizeram tanto sexo.

De acordo com a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, 50% a 60% das mulheres brasileiras de mais de 60 anos mantêm uma vida sexual ativa.

Uma pesquisa americana revelou recentemente que o sexo só melhora ao longo da vida. Segundo Iris Krasnow, professora de Jornalismo e Estudos Femininos da American University, que entrevistou 150 mulheres entre 20 e 90 anos, mulheres com mais de 70, 80 ou até 90 anos desfrutam a melhor atividade sexual de suas vidas.

domingo, 2 de março de 2014

Sexo na terceira idade: 15 dicas para manter-se ativo

O tempo passa, a pele jovial sede lugar à pele enrugada, as sensações, sejam físicas ou psíquicas, são interpretadas de forma de diferente. Tudo muda, de uma forma ou de outra, mas é possível adaptar-se, aprender novamente, conhecer-se novamente. E a vida sexual deve ser incluída nesse processo de adaptação.

Por isso, confira 15 dicas para manter-se saudável e ativo sexualmente na terceira idade:

- Seja compreensível com você e seu parceiro. Preocupações desnecessárias apenas atrapalham a vida sexual; 
- Saia de sua zona de conforto. Experimente novas sensações, ou até mesmo sensações já conhecidas, mas de uma perspectiva totalmente diferente; 
- Concentre-se no presente. O que passou já não se encaixa no momento atual. Saiba tirar o melhor do que lhe é oferecido hoje; 
- Não desista facilmente. Tente o máximo que você puder e não desanime. Talvez demore mais que o esperado, talvez seja mais rápido do que você imagina; 
- Comunique-se com seu parceiro. Converse, pergunte o que lhe agrada ou não. Sejam cúmplices; 
- Alimente-se, hidrate-se bem e pratique exercícios físicos. Uma vida sexual saudável tem total ligação com a saúde do seu corpo e da sua mente; 
- Se você e o parceiro julgarem necessário, faça o uso de lubrificantes. Eles potencializam o ato e podem proporcionar mais prazer; 
- Vá ao médico, peça orientação e faça exames regularmente. No caso do uso de algum medicamento, só o faça com indicação médica; 
- Use camisinha; 
- Só faça o que se sentir seguro para fazer. Lembre-se: você não é obrigado a fazer algo que não lhe faz bem; 
- Aguce o romantismo. Invista na decoração, roupas novas e especiais. Construa um clima; 
- Não se prenda aos estigmas da sociedade. Sexo é vida e é para todos.

Fonte: Bonde / Imagem: Internet

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Programa do governo incentiva turismo na terceira idade

O Viaja Mais Melhor Idade, oferece roteiros para cidades do Brasil e do exterior com descontos para quem tem mais de 60 anos; saiba mais.

Geiza DuarteBrasília, DF
Fonte: Internet
Quem tem mais de 60 anos vai ter algumas vantagens na hora de viajar. O governo lançou um programa para incentivar o turismo na melhor idade.

Vinte e três milhões de brasileiros que têm mais de 60 anos já podem viajar pelo Brasil e para o exterior com descontos. No pacote de estímulo dá para comprar a passagem, pagar hotel e até pegar dinheiro emprestado em bancos públicos para gastar na viagem. A linha de financiamento para quem tem mais de 60 anos tem juros mais baixos.

Sempre que viajam, Aloisio e Maria Tavares trazem uma lembrança dos lugares que conheceram. Copinhos, corujas, a coleção é de dar inveja. Os dois adoram viajar. Depois que se aposentaram, conheceram vários países e não querem mais parar. O próximo destino deve ser a Rússia.

domingo, 28 de abril de 2013

Idosos estão envelhecendo melhor

No livro Novos Velhos, jornalista aponta a nova realidade da velhice no Brasil, seus problemas e perspectivas

Renata Ribeiro, para o iG São Paulo
Thinkstock/Getty Images
Os brasileiros estão envelhecendo melhor e ainda ajudam no orçamento familiar
O tempo em que as vovós ficavam em casa fazendo crochê enquanto os vovôs jogavam dominó ou batiam papo nos bancos das praças ficou para trás. Um estudo feito pela jornalista Léa Maria Reis, do Rio de Janeiro, revela que os idosos brasileiros estão mais ativos, produtivos e ajudam a movimentar a economia do País.

"A população está envelhecendo melhor nas últimas décadas e os velhos ainda colaboram no orçamento familiar", ela conta no livro Novos Velhos.

Mas também constata que a mídia trata do assunto superficialmente, abusando de imagens clichês de velhos fazendo exercícios, dançando, com os netinhos ou fazendo plásticas.

“O envelhecimento da população brasileira, em médio prazo, será um imenso problema sócio-político-econômico para o País se não for analisado e atacado hoje”, destaca.

A autora se surpreendeu com os resultados da pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Os dados mostraram que os idosos, de modo geral, auxiliam mais os jovens, do ponto de vista financeiro, que o contrário. Nas classes populares, com as suas pensões (quase sempre da mulher, da avó ou bisavó) e nas classes médias, ajudam na manutenção de planos de saúde de netos, noras, e nos estudos e viagens das crianças, adolescentes e jovens adultos.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Sexualidade na terceira idade deve ser respeitada

Segundo Ana Maria Molinari, diretora de um residencial para idosos, a sexualidade é um dos assuntos que mais desperta interesse na terceira idade

A Organização Mundial da Saúde define sexualidade como uma energia que motiva a procura pelo amor, contato, ternura, intimidade, que se integra no modo como se sentem, movem-se, tocam-se e são tocados. É ser sensual e sexual ao mesmo tempo, a sexualidade influência pensamentos, ações e interações e, por isso, age também na saúde física e mental.

A definição para a sexualidade dada pela OMS mostra a importância não apenas do ato sexual, mas do contato e da intimidade preservada entre o homem e a mulher. E nesses casos, surge a dificuldade em compreender e desmistificar o conceito da sexualidade, principalmente na terceira idade, quando o idoso permanece em uma perspectiva assexuada e reprimida, uma vez que o amor e o prazer não terminam com o envelhecimento.

Para Ana Maria Molinari, diretora técnica do Bellatrix Residencial para Idosos, a visão da sociedade perante a sexualidade do idoso é limitada. “Para muitos a velhice é sinônimo de incapacidade física, mental e improdutiva. A sexualidade entre os idosos está impregnada de tabus e preconceitos, através de uma concepção negativa imposta pela população”, explica.

De maneira geral, entre os familiares essa atitude repressora é ainda mais acentuada. “As mudanças que surgem, principalmente pela crescente presença de idosos na sociedade, exigem uma nova postura para desvincular a ideia de que o idoso é apenas avô ou avó, esquecendo os desejos, as vontades e os direitos”, esclarece Ana Maria.

De fato, mudanças fisiológicas e hormonais acontecem com o passar nos anos. Porém, o homem é capaz de ter ereção em qualquer idade, assim como a mulher consegue manter a lubrificação vaginal, mesmo que de forma mais lenta e progressiva, assim, a resposta sexual não termina com a velhice. “Os idosos têm buscado a construção de uma nova identidade, ultrapassando o modelo social ideológico e a visão estigmatizada e cheia de preconceitos. Para tanto surge a necessidade de mudança em toda estrutura social, como a esfera familiar, o mercado de trabalho, as políticas públicas, atividades sociais e recreativas. Estudiosos na área apontam que é preciso buscar uma nova compreensão na velhice, que aponte elementos como a valorização da vida. Mesmo diante das limitações, os idosos podem exercer plenamente sua sexualidade e satisfazer-se ao fazê-la”, sugere Ana.


Sobre o Bellatrix

O Bellatrix Residencial para Idosos é um espaço que oferece cuidados especiais e atendimento integral para seus residentes aliando segurança, conforto e humanização. A Instituição se enquadra nos padrões exigidos por lei na categoria de ILPI – Instituição de Longa Permanência para Idosos.

O objetivo do residencial é proporcionar aos residentes uma vida saudável através de acompanhamento médico, enfermagem, atividades de caráter ocupacional, entretenimento e fisioterapia, suporte social e emocional, tudo isso no conforto e segurança de um espaço preparado para melhor atender as mais variadas e específicas necessidades dos moradores.

Para isso, dispõe de uma equipe multidisciplinar que trabalha com muito amor e carinho na família Bellatrix.

Visite o site (http://www.bellatrixresidencial.com.br) e o blog (http://bellatrixresidencial.wordpress.com) do Bellatrix .

Fonte: SEGS

domingo, 2 de dezembro de 2012

Vida sexual plena na terceira idade

A vontade de se relacionar não precisa diminuir com o tempo, mas isto depende da cumplicidade e desejo dos parceiros

Por Cecília Amorim


A sexualidade na velhice é igualmente importante em relação às outras fases da vida.


Toques suaves, carícias pelo corpo, abraços apertados, beijos calorosos. Não importa a idade, tudo isso é sempre bom. As mãos procurando carinho, dando e recebendo. A idade não é empecilho para que os corpos se desnudem diante do parceiro, sem vergonha e pudores desnecessários. As marcas da existência reveladas como troféus de uma vida cheia de histórias. Os carinhos mais experientes, o prazer mais intenso, afinal, os dois conhecem muito bem o próprio corpo. As preliminares, o ato, e as carícias pós-sexo. Tudo é bom e prazeroso, independente da idade. Ao contrário do que se diz, vida sexual não tem prazo de validade, logo não termina quando a pessoa se aposenta. O médico geriatra, Dr. Rodrigo Dias afirma que “desejo sexual não tem idade. O estímulo sexual para o ser humano não é algo restrito à biologia e à reprodução, como na maioria dos animais. Para o ser humano, o sexo é reprodução e conservação da espécie, porém é também carinho, realização, fantasia e busca por prazer e se estende muito além da juventude”.

Com o passar dos anos, chega o envelhecimento e muitos acreditam que com ele vem o desinteresse pelo sexo. O jornalista e psicanalista Mauricio Sita, autor do livro Como levar um homem à loucura na cama contesta este senso comum. Em sua obra ele faz um manifesto que chama de “pró-qualidade de vida, antimonotonia”. Ele escreve que a mulher de meia idade geralmente já passou por um casamento fiel, mas que acabou na monotonia. O psicanalista afirma que 80% dos casais que chegam a terceira idade juntos, chegam sem excitação. Ele ainda diz, que o responsável por isso não é a falta de vontade de sexo, e sim a monotonia da relação. O livro do Marcelo Sita é resultado de uma pesquisa com 1.800 homens. Os estudos de Sita apontam que na melhor idade, o sexo pode ser tão prazeroso quanto na juventude. É claro que a capacidade não é a mesma de quando se tem vinte anos, mas o desejo e o prazer pode ser o mesmo.

Foi o que aconteceu com Maria dos Santos e o esposo João Rodrigues. Criada por pais conservadores que não conversavam sobre sexo, Maria casou com o primeiro namorado. Casamento tradicional, a noiva virgem, o noivo pouco sabia sobre o assunto também. O início da vida íntima, segundo ela, foi complicado, pois se sentia constrangida. “Meus pais nunca me falaram sobre sexo. Diziam apenas que não podia fazer isso, que era errado, mas nunca me explicaram o que era exatamente isso e porque era errado. Casei virgem e meu marido e eu aprendemos tudo juntos”, declara a aposentada. Dona Maria teve dois filhos com seu esposo e hoje, aos 66 anos e 43 anos de casamento, se sente mais livre para falar e fazer sexo. “Quando nos aposentamos eu ficava em casa, limpando, arrumando, os filhos já crescidos tinham saído de casa. Fiquei deprimida. Nessa época eu e meu marido começamos a frequentar o grupo para terceira idade do Serviço Social do Comércio (Sesc). Passamos a sair, praticar hidroginástica, ir a festas. As palestras sobre qualidade de vida na terceira idade nos ajudaram muito a termos hoje uma vida plena em tosos os sentidos. O sexo melhorou muito, a minha auto estima também”, revela com satisfação a aposentada.

A sexóloga Cleide Borges afirma que a mulher de 60 anos hoje está mais exigente em relação ao sexo. O que era reprimido antigamente agora é permitido. Essa mulher passa a fazer questão do orgasmo, mas para isso nem sempre é necessário a mudança de parceiro e sim informação. “Hoje encontramos muitos casais de idosos procurando ajuda para terem qualidade sexual em consultorias e palestras. Eles descobrem que podem ter satisfação um com outro”, diz a sexóloga.


Recomeçando a vida

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sexo é tema de palestra gratuita para a terceira idade

Fonte: Internet

Rio de Janeiro (RJ) - No dia 1º de novembro, o Hospital Balbino (RJ) realiza gratuitamente mais uma edição do projeto Viva com Saúde a Terceira Idade, que ocorre mensalmente na instituição com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos idosos. Dessa vez, o tema a ser abordado será: Sexo na terceira idade.

Para falar de um assunto que ainda é tabu, o projeto contará com a presença do ator Renato Martins, que abordará o assunto de forma divertida e inusitada. Vestido de mulher e apresentando um monólogo bem-humorado, o ator busca quebrar o preconceito acerca do tema, transformando a linguagem médica em uma linguagem coloquial e divertida.

A geriatra Lenita Balbino, chefe do setor de geriatria do hospital e membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, explica que é preciso esclarecer que o sexo na terceira idade não só é possível, como também pode ser de extrema importância para os idosos. “Além de ser um bom exercício físico que aumenta a frequência cardíaca e reforça os músculos, a prática estimula também a liberação de hormônios como a endorfina, que trazem a sensação de prazer para as pessoas e melhoram seu humor”, defende.

Entretanto, a geriatra alerta para o fato de que, mesmo nessa faixa-etária, é preciso fazer uso de preservativos. Dados do Ministério da Saúde alertam para um aumento dos casos de AIDS entre idosos nos últimos anos, que dobrou entre 2000 até 2010, passando de 8% para a 17% casos em todo o país. “Muitos nessa faixa etária ainda pensam no preservativo como forma de evitar a gravidez, porém devem lembrar que o preservativo também evita as DSTs”, reforça Lenita.

O evento Viva com Saúde na Terceira Idade é gratuito e acontece no dia 1º de novembro, de 9h às 12h, no auditório do Hospital Balbino, que fica na Rua Angélica Mota, 90, Olaria, Rio de Janeiro. Inscrições grátis até o dia 29 outubro, pelo telefone (21)3977-2114. As vaga são limitadas.

Evento: Viva com Saúde na Terceira Idade

Dia: 1º de Novembro

Hora: 9h às 12h

Local: Hospital Balbino, rua Angélica Mota, 90, Olaria, Rio de Janeiro

Inscrições grátis: de 29 a 31 de outubro pelo telefone 3977-2114


Fonte: SEGS

domingo, 16 de setembro de 2012

Saiba como apreciar o sexo na terceira idade

por Arlete Gavranic*
"Atividade sexual permanece na terceira idade, havendo somente diminuição na sua frequência. Na terceira idade, além de satisfação física, o sexo reafirma a identidade de cada parceiro, o vínculo, a intimidade e a sensação de afeto"


Atividade sexual em qualquer idade é demonstração de um estado de boa saúde física e mental.

A função sexual – desejo, excitação e o prazer do orgasmo, continua por toda a vida. É um mito achar que a terceira idade seja assexuada, isso ocorria há duas ou três décadas atrás!

Aprender a se adaptar a algumas mudanças sexuais é principal fator para determinar prazer sexualPara algumas mulheres o climatério pode ser uma fase de problemas psicológicos. Não poder mais gerar filhos traz a algumas um sentimento de autodesvalorização.

Mas muitas mulheres vivem nesta fase uma nova liberdade; aprendem a gostar de si e de seu corpo, abertas a sensações e sem tanta cobrança.

Sintomas da menopausa




Após a menopausa, a mulher pode apresentar diminuição da libido, falta de orgasmo, diminuição da lubrificação da vagina e dor durante a relação sexual. Mas esses distúrbios são plenamente corrigidos com o uso de medicação apropriada através da reposição hormonal.




A maioria das mulheres pode ter acesso a esse recurso medicamentoso tanto na rede privada como pública, e muitos médicos vêm desmistificando o medo de se ter câncer devido ao uso dessas medicações. Todas as mulheres podem ter riscos aumentados se: fumarem, guardarem muita mágoa, rancor, exagerarem na exposição ao sol, ao consumo de gorduras trans, conservantes e tiverem uma vida sedentária.


Homem na terceira idade


O homem embora não tenha diminuição da fertilidade, experimenta nessa fase crises emocionais que se refletem no seu vigor
diminuído, a ereção não será mais a mesma, a excitação demora mais a chegar e o sexo é mais rápido.

O homem pode ter dificuldades de ereção devido a problemas circulatórios e à diminuição da sensibilidade na região do pênis, mas na grande maioria das vezes são os fatores emocionais que atrapalham a satisfação sexual.

A utilização excessiva de medicamentos (anti-hipertensivos, tranquilizantes, etc), bem como álcool e fumo podem diminuir a potência sexual.

Os aspectos psicológicos decorrentes de doenças também formam situações comumente geradoras de dificuldades sexuais. Por exemplo, a pessoa ao saber que tem câncer ou problemas cardíacos passa a ter dificuldades sexuais primeiramente devido a problemas emocionais.


Fatores emocionais

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Roda de conversa debate sexualidade na terceira idade

Destaque para os riscos do consumo de estimulante sexual
(Foto: Ascom SMS)
Aracaju (SE) - Na tarde da quinta-feira, 15, moradores do bairro Veneza participaram de uma roda de conversa sobre sexualidade na terceira idade. Os profissionais da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) tiraram dúvidas e desmistificaram preconceitos e tabus a respeito do tema. O encontro aconteceu no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Terezinha Mera.

A enfermeira Raquel Almeida da Unidade de Saúde da Família (USF) Onésimo Pinto lembrou que sexo é natural e que deve ser praticado entre pessoas com idade mais avançada. Ela destacou a necessidade da prática do sexo seguro. “O cuidado para prevenção das doenças sexualmente transmissíveis permanecem também na terceira idade. Mesmo não estando mais fértil é preciso usar a camisinha com o parceiro. Dados do Ministério da Saúde confirmam que é cada vez maior o número de pessoas que contraem doenças sexualmente transmissíveis como a Aids”, disse.

Estimulantes

A assistente social Lilian Figueiredo Prado destacou os riscos do consumo de medicamentos usados como estimulante sexual, sem a orientação médica.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Câncer - Prevenção e Fatores de Risco

O termo risco é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, adquirir uma doença. Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são chamados fatores de risco. Em contrapartida, há fatores que dão ao organismo a capacidade de se proteger contra determinada doença, daí serem chamados fatores de proteção.

Dois pontos devem ser enfatizados em relação aos fatores de risco: primeiro, que o mesmo fator pode ser de risco para várias doenças (por exemplo, o tabagismo, que é fator de risco para diversos cânceres e doenças cardiovasculares e respiratórias); segundo, que vários fatores de risco podem estar envolvidos na origem (gênese) de uma mesma doença (agentes causais múltiplos). O estudo dos fatores de risco, isolados ou combinados, tem permitido estabelecer relações de causa-efeito entre eles e determinados tipos de câncer.



A multicausalidade é frequente na formação do câncer (carcinogênese). Pode ser exemplificada pela associação entre álcool, tabaco e residência na zona rural e o câncer de esôfago, e entre álcool, tabaco, chimarrão, churrasco e o cozimento de alimentos em fogão a lenha e o câncer da cavidade bucal. A interação entre os fatores de risco e os de proteção a que as pessoas estão submetidas pode resultar, ou não, na redução da probabilidade delas adoecerem. Nestas associações, os fatores de proteção determinados foram, respectivamente, o consumo de frutas cítricas e vegetais ricos em caroteno.

domingo, 1 de abril de 2012

Câncer - o que é e o que causa


Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.

Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.

Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.

Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases).


Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.

Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases).

 
O que causa o câncer?

As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas. As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais.

8 de Abril - Dia Mundial de Combate ao Câncer



O Dia Mundial de Combate ao Câncer é uma data comemorada no dia 08 de Abril, mas não há nada de fato para comemorar, uma vez que o câncer é a 2ª doença que mais mata pessoas no mundo todo.

O câncer é a segunda doença que mais mata as pessoas no Brasil, em especial câncer de pele, e a data tem o objetivo de conscientizar as pessoas da importância de consultar sempre médicos e estar sempre cuidando da saúde.


Origem do Dia Mundial de Combate ao Câncer

O Dia Mundial de Combate ao Câncer foi criado pela Organização Mundial da Saúde para que organizações ao redor do planeta se reúnam para ajudar na prevenção e dar força aos pacientes que lutam com o câncer.


Terceira Idade Melhor contribui para a Campanha Educativa

O blog Terceira Idade Melhor publicará durante os próximos dias algumas matérias tendo como temática o câncer como forma de contribuir seja para o combate da doença, seja de apoio aos pacientes que tenham a patologia.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dia do Sexo: relações sexuais na terceira idade ainda são tabu para jovens

Criado em 2008 para a campanha publicitária de uma marca de preservativos e, desde então, amplamente difundido por seu caráter cômico, o Dia do Sexo é comemorado nesta terça-feira, 6 de setembro. Falar sobre o tema, porém, ainda é um grande tabu. Quando se trata de relações sexuais na terceira idade, então, as barreiras são ainda maiores, principalmente por parte dos jovens. Mesmo assim, muitos dos que passaram dos 60 dizem não ficar de fora da festa e dão lições de como aproveitar a vida.

A aposentada Vanderlina Magalhães, de 71 anos, é um desses exemplos. Ela não tem nenhum tipo de problema ou vergonha em falar sobre sua vida sexual que, segundo a própria garante, nunca deixou de ser ativa. De acordo com Lili, como é chamada entre os amigos, hoje em dia as relações são ainda melhores do que na sua juventude. Para ela, tudo depende da cabeça de cada pessoa.

Fonte: Jornal do Brasil

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Sexo na terceira idade pode ser prejudicial a saúde?


Muitos pensam que a vida sexual de um casal termina com a idade avançada, mas atualmente as pessoas tem envelhecido com mais disposição




 
Por Dr. Márcio D. Menezes*


Pode parecer estranho, mas hoje, apesar de todas as informações disponíveis, ainda tem gente que acredita existir uma idade para as pessoas pararem de ter um relacionamento sexual ativo e saudável.

O fato é que a vida sexual não tem data para acabar. Hoje, homens e mulheres chegam à velhice bem mais saudáveis física e psicologicamente do que no tempo dos nossos tataravós. E se há desejo e afeto, não há porque parar.

É verdade que vários fatores influenciam na perda da sexualidade ao longo do tempo. Dentre as razões se encontram as fisiológicas e psicológicas (perda de algum ente querido), econômica e fatos que ocorrem no cotidiano que às vezes não afetam diretamente o indivíduo, mas o sensibilizam de forma que a sexualidade fica mais debilitada.